

ONDAS DO MAR DE VAGAS
Ondas do mar de vagas
Se vistes por quais plagas
Se foi meu amigo oculto
Mar que nas ondas vagas
Se o viste cedo o tragas
Se for meu amado o vulto
letra Gil Nuno Vaz
música Theo Cancello
(sobre concepção original de Gil Nuno Vaz)
Canto Denise Yamaoka (em breve) Flauta Daniel Cancello
Teclado eletrônico e produção musical Theo Cancello




As publicações deste ambiente estão agrupadas em três matrizes de contas em cantos correntes, descritos a seguir. O acesso é feito, no cabeçalho, pela cardinalidade dos canais de navegação dimensional (0-1-2-3-4-5-6-7-N).
ASSENTOS
Canto corrente composto pelos lançamentos e registros básicos dos livros, que cantam os diversos atos operacionais sob observação.
(Acesse o prefácio dos Assentos, pressionando a imagem acima)
OPERADORES
Canto corrente composto pelos arquivos específicos de todos os participantes (individuais e institucionais) das operações sob observação.
(Acesse o prefácio dos Operadores, pressionando a imagem acima)
EXTRATOS
Canto corrente composto pela configuração de ASSENTOS e OPERADORES que reconstituem articulações entre ambos.
(Acesse o prefácio dos Extratos, pressionando a imagem acima)
O vídeo a seguir ilustra, numa vinheta introdutória, a origem dos nove canais de navegação dimensional, em que transcorre uma narrativa de ficção-científica
O conteúdos deste ambiente está vinculado (ou integrado) ao conteúdo de outro ambiente (GIL NUNO VAZ), e ambos se dispõem em jogo numa relação mista do imaginário com o biográfico, de ficção e realidade.
O permanente estado em construção de ambos os ambientes é inerente ao processo de elaboração e desenvolvimento dos mesmos. Torna-se inócua, portanto, qualquer sinalização de conteúdos inacabados, uma vez que é de sua própria natureza a interminável constituição de uma obra constantemente em progresso.




Quasi una fantasia, uma sinfonia inacabável, inconcluível confecção à feição de uma ficção-científica autobiográfica.
CANTOS CORRENTES é uma arquitextura caótica das sedes perceptuais da realidade (o inexversus), incontáveis canais de navegação por onde seres espectrais (protonautas) singram as ondas do incomensurável mar de vagas sensoriais.
Para desembarcar, sem mando, nos campos de um novo jogo da velha questão de estar ou não ser, em mundos nunca dantes aportados, um arquitexto cósmico é tecido, em tessitura de inexposições, nos paços de um vetusto cinema, CINE INÊS, ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária.
E, no percurso quadro a quadro de cada inexposição, a itinerância entre os paços de CINE INÊS e os canais de CANTOS CORRENTES leva à incompletude permanente de uma obra-mostra, obra em processo, ininterrupta, unicompósita e inconcluível, projetada por arquitextores à imagem e inverossimilhança de um incontornável e indelineável universo, sem o todo nem o nada, sem o dentro nem o fora, sem início nem fim.



As publicações deste ambiente estão agrupadas em três raízes de busca, descritas a seguir. O acesso é feito, no rodapé, pela ordem alfabética (A-Z) de seus nomes, temas e títulos.
INTERLOCUTORES
Setor de busca que reúne os colaboradores e influenciadores intervenientes no processo de criação e elaboração das OBRAS.
(Acesse o prefácio dos Interlocutores, pressionando a imagem acima)
UNIVERSOS
Setor de busca que reúne os temas, gêneros e campos do conhecimento explorados pelas OBRAS.
(Acesse o prefácio dos Universos, pressionando a imagem acima)
OBRAS
Setor de busca que reúne produções autorais de Gil Nuno Vaz, exclusivas, por integração ou em coautoria.
(Acesse o prefácio das Obras, pressionando a imagem acima)
O vídeo a seguir ilustra, numa vinheta introdutória, a origem das três raízes de publicação e busca. É uma animação visual lúdica que transforma o nome VAZ no símbolo matemático de raiz, pelo prolongamento horizontal da letra V que recobre a extensão vocabular representada pelas letras extremas do alfabeto (A-Z). A vinheta é completada mostrando a extração dos títulos dos setores (Interlocutores, Universos e Obras) a partir do nome do autor, pelo uso das vogais que o compõem (à exceção da letra A, utilizada na representação da raiz). Os diversos tipos de conteúdos publicados nesses três setores são mostrados após a vinheta, numa apresentação parcial que vai até a letra M.
O conteúdos deste ambiente está vinculado (ou integrado) ao conteúdo de outro ambiente (CANTOS CORRENTES), e ambos se dispõem em jogo numa relação mista do imaginário com o biográfico, de ficção e realidade.
O permanente estado em construção de ambos os ambientes é inerente ao processo de elaboração e desenvolvimento dos mesmos. Torna-se inócua, portanto, qualquer sinalização de conteúdos inacabados, uma vez que é de sua própria natureza a interminável constituição de uma obra constantemente em progresso.























Ambientes concebidos como miradas imaginárias correspondentes às sacadas de Cine Inês.













Paços do Tempo é um conjunto de ambientes e recintos de interface entre Cine Inês (paço INterno) e Cine Inex (paço EXterno). Distribuem-se entre o pavimento térreo, como Coreto, Copa e Cozinha, e o pavimento superior (Coxia, Cobertura, Convés), que abriga ainda Sanatório e Consultório. As Sacadas são projeções do piso térreo no piso superior.
O cerne da interface está no Salvo-Conduto, que abriga o canal extremo das inexposições (N) e a dubiez das sedes inexatas. A partir daí, as conexões passam pelos ambientes e recintos de Paços do Tempo.
A passagem começa pelas duas Comportas. No Coreto, situado no centro do pátio, ocorre o foro permanente CineDeBatePapo-IN. E na Coxia, sua projeção em gabinete nos suspensos subterrâneos de Cine Inex, é realizado o CineDeBatePapo-EX.


No topo da verticalidade a partir da Copa e da Cozinha, os recintos da Cobertura e do Convés (ambiente IN-EX-BOX) formam os Cômodos.
Paços do Tempo é integrado ainda pela Copa e a Cozinha, no acesso ao Saguão, em que se destacam os vínculos originários e estruturais do velho cinema da praça, em formato de cINeEXtras.
Nesse ambiente, a Cobertura e o Convés são recintos coletores de relatos e criações de interlocutores (cINeconEXões), que contribuem com impressões sugestivas de potencial aplicação na decifração dos mistérios do inexversus.











Acesso, por ordem alfabética de busca, às três raízes (Interlocutores, Universos e Obras) dos conteúdos criados por Gil Nuno Vaz para a trama ficcional de CANTOS CORRENTES.










Acesso, por ordem alfabética de busca, às três raízes (Interlocutores, Universos e Obras) dos conteúdos criados por Gil Nuno Vaz para a trama ficcional de CANTOS CORRENTES.










Acesso, por ordem alfabética de busca, às três raízes (Interlocutores, Universos e Obras) dos conteúdos criados por Gil Nuno Vaz para a trama ficcional de CANTOS CORRENTES.










Acesso, por ordem alfabética de busca, às três raízes (Interlocutores, Universos e Obras) dos conteúdos criados por Gil Nuno Vaz para a trama ficcional de CANTOS CORRENTES.



































