



O ambiente SALVO-CONDUTO é inspirado em reações de Inês Cruz a duas cenas de filmes: o recital privado da personagem de Doris Day, em O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much, 1956), de Alfred Hitchcock, e o convívio social durante visita em espaço familiar, seguido de momento íntimo, no filme O Fantasma da Liberdade (Le Fantôme de la Liberté, 1974), de Luís Buñuel.
Os recintos SANATÓRIO (Sarau) e CONSULTÓRIO (Sauna) integram o ambiente SALVO-CONDUTO, que é a via de livre acesso entre o PAÇO INTERNO e o PAÇO EXTERNO, e conexão de ambos com os PAÇOS DO TEMPO.
No SANATÓRIO são projetados os fios-vídeos condutores das inexposições ancoradas nas sedes perceptuais do Canal N, ou seja, âmbitos da realidade de incomensurável cruzamento entre seres espectrais e sedes perceptuais.
No CONSULTÓRIO são projetados os fios-vídeos condutores das inexposições ancoradas nas sedes perceptuais do Canal X, ou seja, sedes dúbias ou inexatas.














