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GLOSAS CORRENTES

  • 1 de out. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 1 dia


É um duplo glossário de Cantos Correntes.


Para os externos, observadores que fruem da trama ficcional, e para os internos, personagens que atuam no enredo, onde GLOSAS CORRENTES é uma espécie de livro secreto da comunidade dos operadores que exploram as realidades perceptuais do universo (o INEXVERSUS).


Em ambos os casos, é um conjunto de anotações sobre signos que requerem uma devida contextualização na trama ficcional.


Por signos faz-se referência a diversas modalidades de linguagem: verbal, pictórica, cinematográfica, musical, plástica, cênica e outras.


A contextualização faz-se necessária ou recomendável a depender do grau de estranhamento que os signos podem eventualmente suscitar. Por motivos tais como novidade (um signo incomum, desconhecido, ou de uso exclusivo da trama), especificidade (um signo de sentido próprio, estabelecido na trama), ambiguidade (um signo que carregue muitos significados possíveis, polissêmico) e outras condições.


Os signos são apresentados em ordem alfabética das denominações, podendo ser também postados isoladamente para maior detalhamento, se necessário.



A


ABZEH


ALFAIATARIA ou Domínio do Fato.


ANJO DO GUARDA-LIVROS


ARCANJO DO GUARDA-CHUVA


ARQUITEXTO ou O GRANDE ARQUITEXTO DO UNIVERSO


ARQUITEXTOR


ASSENTOS


AUDITE NOVA


AUDITORIUM






B


BANJO DO GUARDA-VILAS


BAR DO BARDO ou BAR DOS BARDOS


BARBEARIA PENTE FINO


BERRADOR


BULA


BURLA







C


CANTOS CORRENTES - Quasi una fantasia, uma sinfonia inacabável, inconcluível confecção à feição de uma ficção-científica autobiográfica. CANTOS CORRENTES é uma arquitextura caótica das sedes perceptuais da realidade (o inexversus), incontáveis canais de navegação por onde seres espectrais (protonautas) singram as ondas do incomensurável mar de vagas sensoriais.

Para desembarcar, sem mando, nos campos de um novo jogo da velha questão de estar ou não ser, em mundos nunca dantes aportados, um arquitexto cósmico é tecido, em tessitura de inexposições, nos paços de um vetusto cinema, CINE INÊS, ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária.​

​​E, no percurso quadro a quadro de cada inexposição, a itinerância entre os paços de CINE INÊS e os canais de CANTOS CORRENTES leva à incompletude permanente de uma obra-mostra, obra em processo, ininterrupta, unicompósita e inconcluível, projetada por arquitextores à imagem e inverossimilhança de um incontornável e indelineável universo, sem o todo nem o nada, sem o dentro nem o fora, sem início nem fim.


CINE INÊS


CINE INEX


CINEMATRIZ


COAUTORES


COLABORADORES


CONSTELAÇÃO


CONSTELADO


CONTEÚDOS ESTRESIDOS


CORREDORES






D


DOMÍNIO DO FATO Ou Alfaiataria.





E


ENGENHO





F


FAROL DO ENGENHO

FIANDEIRA






G







H







I


INEXCERTOS


INEXCURSÕES


INEXPOSIÇÃO


INEXTRATOS


INTERLOCUTORES





J


JOGO DA VELHA





K


KRYPTYKOZ


KYNEAZTAZ






L







M


MADAME ET MADEMOISELLE POCHETTE


MANÉ & QUIM


MAR DE VAGAS Ou Mar de Vagas Sensoriais





N


N FATORIAL


NOSSA SENHORA DA OUVIDORIA







O


OBRA D´OBRA


OBRA-MOSTRA


OBRAS


OPERADORES





P


PAÇO EXTERNO


PAÇO INTERNO


PAÇOS DO TEMPO


PREANGULAR


PHOTO-HQ-TRAILER


PORTO DOS ANDRADAS


PROTONAUTA Ou Protonauta Espectral.





Q







R


REALINHAVO







S


SAGUÃO


SALAS


SALETAS


SALINHAS


SALÕES


SANITÁRIOS


SARAU


SERES E SEDES





T


TELA PONTO CRUZ


TEORIA DE EX-TUDO


TREZENLINHA





U


UNIVERSOS





V


VILA BELMIRO





W







X







Y







Z























 
 
 

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