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Tema 12 - ESCOLA DE CINEMA
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Critérios, transmissão, estética e conhecimento

REALISMO POÉTICO

 

Jean Renoir é um dos expoentes da corrente estética "que os críticos franceses chamaram de realismo poético, que marcou profundamente o cinema francês entre 1930 e 1950. Quando a nouvelle vague passou a dominar o cinema francês, a partir de 1960, o cinema de Renoir e outros de sua época (Carné, Clouzot, Duvivier etc.) foi, se não rejeitado, menosprezado, muito esquecido, subestimado. Com o tempo, porém, o cinema desses autores voltou com muita força, dando-se-lhe hoje um merecido reconhecimento".

 

O comentário acima é uma das considerações que Cid Marcus apresenta em seu texto (leia na íntegra aqui) sobre o filme A Grande Ilusão, do grande diretor francês, que serve de ponto de partida para uma abordagem mais ampla das características dessa vertente cinematográfica, suas obras e seus nomes principais.

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Cid Marcus (1934-2022), escritor e professor, foi presidente do Clube de Cinema de Santos nas gestões de 1962 e 1963, e nessa década foi também crítico de literatura do jornal A Tribuna de Santos, onde publicou, em 1978, o artigo A Propósito de um Ciclo, objeto da abordagem deste vídeo.

Seus escritos, disponíveis em blog próprio, vão da literatura ao cinema, das artes plásticas à mitologia, e áreas afins. 

Artigos de Cid Marcus sobre filmes que abordam, entre outros aspectos, temas do CineDebatePapo de Cine Inês, como segue:

01 - Enredo, roteiro, história em PAI, PATRÃO

02 - A iluminação em À MEIA LUZ (Gaslight)

03 - Técnica, efeitos visuais em NOITES BRANCAS

04 - Personagens, em DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA

05 - Uma crônica pessoal sobre o cineclubista e animador cultural Maurice Legeard

06 - A trilha musical de WHIPLASH

07 - A cenografia de BLADE RUNNER

08 - Edição e montagem, em CREPÚSCULO DOS DEUSES

09 - O diretor russo ALEKSEI FEDORTCHNKO

10 - O contexto mercadológico da produção de NEW YORK, NEW YORK

11 - Reencarnação, em quatro filmes de diferentes culturas

12 - O realismo poético em A GRANDE ILUSÃO

A PROPÓSITO DE UM CICLO (Sobre um artigo de Cid Marcus)

A PROPÓSITO DE UM CICLO - 1978/2011

Em 1978, de abril a setembro, o Clube de Cinema de Santos promoveu no Cine Itajubá o ciclo Grandes Momentos do Cinema Nipônico. Foram 25 filmes, trazendo os diretores Shindo, Ozu, Kinoshita, Yamamura e muitos outros (o cineclube santista vinha divulgando a cinematografia do Japão desde a década de 1950, quando estabeleceu parceria com a comunidade local de imigrantes japoneses, que mantinham uma sessão semanal própria no Cine Dom Pedro).

Em julho de 1978, o professor e crítico Cid Marcus escreveu no jornal A Tribuna o artigo A PROPÓSITO DE UM CICLO, ressaltando a importância da iniciativa e apresentando algumas considerações sobre a programação. Em 2011, Cid Marcus atualiza e republica o artigo, em blog próprio (leia na íntegra). A seguir, um vídeo em prévia ilustrada do artigo: um trailer da crítica. E adiante uma sequência de cartões sobre a ligação do cineclubismo em Santos com o cinema nipônico e a colônia japonesa.

A TRANSPORTE DE TRANSPORTE (intróito)
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