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Tema 04 - PERSONA
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Os seres

DOZE HOMENS E UMA QUESTÃO: A PERSONAGEM

 

O filme Doze Homens E Uma Sentença, dirigido por Sidney Lumet em 1957 (trailer a seguir), coloca em cena doze personagens em torno de uma questão: decidir a inocência ou culpabilidade de um réu por assassinato. O debate que se desenrola na sala do júri coloca em cena, de modo incisivo, a exploração teatral das variadas características dessas personagens. O artigo do professor e crítico Cid Marcus (texto integral aqui), entre outros aspectos do filme, aborda essa questão.

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Maurice Legeard (Paris, 1925 - Santos, 1997) desenvolveu desde 1950 intensa atividade cineclubística a partir do Clube de Cinema de Santos, fundado em 1948, e depois ao constituir em 1981 a Cinemateca de Santos.

 

Sua atuação estendeu-se também a diversas manifestações e associações de arte, como clubes de poesia, fotografia, gravura e outros.

Dentre esses, destaca-se o Clube de Arte de Santos, em que se aproximou do teatro e de artistas e intelectuais como Patrícia Galvão, Plínio Marcos, Ney Latorraca, Serafim Gonzalez e muitos mais.

Sequência de cartazes evocando a personalidade do cineclubista Maurice Legeard, conforme abordada no documentário.

Sobre O MÉDICO E O MONSTRO (2009)

O MÉDICO E O MONSTRO (2009) Ricardo Prado e Thyrslian Winnie

Documentário em curta-metragem que delineia um traçado da personalidade do  cineclubista Maurice Legeard, um dos grandes ativistas culturais da cidade de Santos, na segunda metade do século XX.   ACESSE

Depoimentos de Gilberto Mendes, Rubens Ewald Filho, Telma de Souza, Élver Savietto, Ney Latorrraca, Isabel Nascimento, Carlos Pinto, Argemiro Antunes, Eduardo Caldeira, Luís Garcia Jorge, Juracy Silveira, Gilson de Melo Barros, Nívio Mota, Tanah Corrêa e Patrícia Legeard. Maurice Legeard - De 1950, ao presenciar a exibição inaugural do Clube de Cinema de Santos, a 1997, quando faleceu em meio a um ciclo de revisão do cinema moderno promovido pela Cinemateca de Santos, ambas instituições que ele coordenou ao longo dessas cinco décadas, Maurice Legeard afirmou-se como a grande figura do cineclubismo na região da Baixada Santista. Sua influência, entretanto, extrapolou os limites do cultivo da arte cinematográfica, estendendo-se ao ambiente cultural, artístico e intelecutal, como comprovam os depoimentos representativos que o documentário oferece

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MOSTRA DE CINEMA Homenagem a GILBERTO MENDES foi um ciclo de cinema elaborado pela Cinemateca de Santos, por sugestão e com participação do site CINE INÊS.

A sugestão veio a propósito de iniciativa que o site idealizou e promoveu, a partir de proposta conjunta com a Cátedra Gilberto Mendes, da Universidade Católica de Santos, e realizada em parceria com a Cinemateca de Santos, também com o propósito de homenagem ao compositor, falecido em 2016. 

 

intitulada GILBERTO MENDES MORRENASCE 100 anos 10 datas, foi uma série videográfica comemorativa ao centenário do nascimento do compositor Gilberto Mendes, e consistiu de uma programação de obras do compositor exibidas no canal GILBERTO MENDES MORRENASCE, do you tube, no período de 01/01/2022 a 13/10/2022.

 

O ciclo MOSTRA DE CINEMA Homenagem a GILBERTO MENDES foi exibido de 00/00/2022 a 19/11/2022, com sessões regulares aos sábados, às 20 horas, na sede da Cinemateca, à Rua Ministro Xavier de Toledo, 42, em Santos. 

Para o encerramento da mostra, o site CINE INÊS produziu o video-álbum VIVER SUA CIDADE - Com Gilberto Mendes nos ouvidos, desde a Avenida Nébias.

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CENTENÁRIO GILBERTO MENDES

Programação comemorativa aos 100 anos do nascimento do compositor Gilberto Mendes, realização da Secretaria de Cultura da Prefeitura do Município de Santos.

 

O site Cine Inês participou do concerto de encerramento da programação, última peça do programa, com a produção de um vídeo-guia para improvisações musicais em torno de algumas canções-temas de filmes citados por Gilberto Mendes, tendo como fundo a interpretação da peça para piano Um Estudo? Eisler e Webern Caminham nos Mares do Sul, do compositor. 

Integrou-se posteriormente a essa concepção um arranjo de José Simonian para a valsa-canção Lábios que Beijei (J. Cascata e Leonel Azevedo), a partir da qual Gilberto Mendes pretendia desenvolver obra própria.

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