
ONDAS DO MAR DE VAGAS
Ondas do mar de vagas
Se vistes por quais plagas
Se foi meu amigo oculto
Mar que nas ondas vagas
Se o viste cedo o tragas
Se for meu amado o vulto
letra Gil Nuno Vaz
música Theo Cancello
(sobre concepção original de Gil Nuno Vaz)
Canto Denise Yamaoka (em breve) Flauta Daniel Cancello
Teclado eletrônico e produção musical Theo Cancello























Ambientes que projetam os seres espectrais nas sedes perceptuais de Cine Inex.












Paços do Tempo é um conjunto de ambientes e recintos de interface entre Cine Inês (paço INterno) e Cine Inex (paço EXterno). Distribuem-se entre o pavimento térreo, como Coreto, Copa e Cozinha, e o pavimento superior (Coxia, Cobertura, Convés), que abriga ainda Sanatório e Consultório. As Sacadas são projeções do piso térreo no piso superior.
O cerne da interface está no Salvo-Conduto, que abriga o canal extremo das inexposições (N) e a dubiez das sedes inexatas. A partir daí, as conexões passam pelos ambientes e recintos de Paços do Tempo.
A passagem começa pelas duas Comportas. No Coreto, situado no centro do pátio, ocorre o foro permanente CineDeBatePapo-IN. E na Coxia, sua projeção em gabinete nos suspensos subterrâneos de Cine Inex, é realizado o CineDeBatePapo-EX.


No topo da verticalidade a partir da Copa e da Cozinha, os recintos da Cobertura e do Convés (ambiente IN-EX-BOX) formam os Cômodos.
Paços do Tempo é integrado ainda pela Copa e a Cozinha, no acesso ao Saguão, em que se destacam os vínculos originários e estruturais do velho cinema da praça, em formato de cINeEXtras.
Nesse ambiente, a Cobertura e o Convés são recintos coletores de relatos e criações de interlocutores (cINeconEXões), que contribuem com impressões sugestivas de potencial aplicação na decifração dos mistérios do inexversus.

Acesso às geratrizes de Cantos Correntes nas Inexposições de Cine Inês.




sentido
o texto
de um enredo

cruzado






Acesso, por canal, às três matrizes (Assentos, Operadores e Extratos) de lançamentos de Cantos Correntes.


Acesso, por ordem alfabética de busca, às três raízes (Interlocutores, Universos e Obras) de conteúdos criados por Gil Nuno Vaz para a trama ficcional Cantos Correntes.



















As inexposições são artes transcriptoras dos lançamentos de CANTOS CORRENTES, concepção imaginária do livro Contas Correntes, na escrita contábil de uma alfaiataria artesanal, que registram as transições/transações sensório-cognitivas de seres e sedes em rede.

A matriz criptográfica das inexposições é o tradicional traçado do jogo da velha, cujos campos definem os canais de CANTOS CORRENTES e as redes cruzadas de seres espectrais e sedes perceptuais.









































