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Vídeo sinótico da trama ficcional de CANTOS CORRENTES.
CANTOS CORRENTES é a transfiguração imaginária do livro Contas Correntes de uma modesta alfaiataria no centro histórico de uma cidade portuária. Na remodelada escrituração contábil, os lançamentos são classificados em três matrizes (Assentos, Operadores e Extratos) e o Plano de Contas compreende nove canais de transações, representados pelas casas do conhecido jogo da velha.
Em CANTOS CORRENTES são lançados os registros de experiências sensório-cognitivas vivenciadas por seres espectrais, os protonautas, transferidos através dos nove canais para as incontáveis sedes perceptuais da realidade, o inexversus.
As transações registradas em CANTOS CORRENTES são operadas sob a discreta aparência de um centro de artes cruzadas com o cinema, CINE INÊS, modelo ambíguo de exibidor de obras cinematográficas e expositor museológico multimodal.
As operações incluem a ação conjugada de uma alfaiataria, que se apresenta também como confecção artesanal, uma engenharia têxtil personalizada, e que dissimula um laboratório de energiaria táxtil, o Engenho.
As transações são reportadas por um formato artístico de Obra-Mostra, em permanente atualização, que dissimula o observatório e monitoria dos protonautas, o Farol do Engenho.
A programação de CINE INÊS consiste de inexposições que, a partir de fídeos condutores (cinematrizes) inexibidos nos ambientes Sacadas, Constelados e Salvo-Conduto, e complementados com conteúdos agregados, inexibidos nas Pré-Sessões e Pós-Sessões, permitem captar, em formato de Obra-Mostra, as configurações sensoriais e cognitivas dos protonautas em suas vivências nas incontáveis sedes perceptuais da realidade, o inexversus.
CINE INÊS é o posto central de observação e monitoria das transferências operadas pelo Engenho, um laboratório gerador de protonautas dissimulado em alfaiataria e confecção artesanal personalizada.
De modo semelhante, CINE INÊS é a ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária, no caso um prédio que certa época abrigou uma comunidade de cinéfilos e artistas.
Como observatório dissimulado, CINE INÊS mascara em personagens, instituições, eventos, fatos, lugares e outros elementos envolvidos nas transações, os entes, ambientes e referências que os inspiram, que fizeram e fazem parte da realidade cultural do entorno do histórico edifício imaginariamente ocupado por CINE INÊS.
Dissimulado sob a aparência de um centro de artes cruzadas com o cinema, CINE INÊS opera, em conexão com o Engenho, um complexo de laboratório e observatório de sigilosas transferências de seres espectrais (protonautas) para as incontáveis sedes perceptuais da realidade (o inexversus).
A trama ficcional de CANTOS CORRENTES faz uso de termos inexclusivos (específicos), nomenclatura que é detalhada no glossário GLOSAS CORRENTES








CINE INÊS é inspirado pela paixão de Inês Cruz à sétima arte e por toda a tapeçaria artística e intelectual tecida em ponto cruz com o cinema.

CINE INÊS é a ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária, prédio que certa época abrigou uma comunidade de cinéfilos e artistas, e ora é porto de escala nos incontáveis canais de CANTOS CORRENTES.




























