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SAZÃO VII (2025-2026)

CINE INÊS é um dissimulado observatório de seres espectrais transitando por incontáveis sedes perceptuais da realidade. Sob a aparência de uma inexibidora de artes cruzadas com o cinema e o cineclubismo, é o principal cenário da trama ficcional CANTOS CORRENTES. ​​​​​​​​​​

CINE INÊS é a ocupação imaginária de um histórico edifício público em antiga praça de uma cidade portuária, prédio que certa época abrigou uma comunidade de cinéfilos e artistas, e ora é porto de escala nos incontáveis canais de CANTOS CORRENTES.

CINE INÊS é inspirado na paixão de Inês Cruz pela sétima arte e por toda a tapeçaria artística e intelectual tecida em ponto cruz com o cinema, a partir do seu livro QUADRO A QUADRO - Clubes de Cinema e Arte de Santos.

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Breve introdução à trama ficcional de CANTOS CORRENTES e às Inexposições em CINE INÊS.

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O observatório CINE INÊS ocupa distintos ambientes, desmembrado em recintos e setores.

O principal componente é uma peça videográfica que funciona como um filme condutor de conexão com o ser espectral na sede perceptual projetada.

O filme condutor de cada inexposição é inexibido no recinto correspondente ao canal da sede perceptual da realidade projetada.

 

São nove canais correspondentes às casas do traçado criptográfico do jogo da velha, e um décimo canal de definição dúbia ou inexata

POSIÇÕES

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A monitoria dos seres e sedes em rede é operada em CINE INÊS através de uma programação de inexposições de artes cruzadas com o cinema. ​​​​​

As inexposições são transfigurações dos lançamentos de CANTOS CORRENTES, concepção imaginária do livro Contas Correntes, na escrita contábil de uma alfaiataria artesanal, que registram as transições/transações sensório-cognitivas de seres e sedes em rede.​​​​​​​

Numa criptografada matriz  do tradicional jogo da velha, as casas resultantes do seu traçado definem os canais de CANTOS CORRENTES, campos da rede de seres e sedes.​​​​​

As inexposições são itinerâncias dos canais de CANTOS CORRENTES, enredando sedes e seres nos paços de CINE INÊS.​​​​​​​

Os filmes condutores são inexibidos nos dez recintos, destribuídos em três ambientes (Sacadas, Salvo-Conduto e Constelados).

As inexposições são formadas por um fio de AriADNe, vídeo condutor de cada rede, e peças agregadas dispostas no âmbito de seus três paços.​​​​​

As Sacadas inexibem os videofios de AriADNe vinculados aos canais 0 a 3

Os ambientes do Salvo-Conduto inexibem os videofios de AriADNe vinculados aos canas N e X. 

PAÇOS do Tempo é a via de conexão entre os Paços INterno e EXterno de CINE INÊS.

Os Constelados inexibem os videofios de AriADNe vinculados aos canais 4 a 7

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Os outros componentes, que complementam as inexposições, são inexibidos nas pré-sessões (acessadas via Saguão, no Paço Interno) e nas pós-sessões (ao longo dos Corredores, no Paço Externo) 

As Pré-Sessões apresentam a íntegra dos conteúdos-fontes operacionalizados no rastreamento e interpretação das percepções transmitidas pelos seres espectrais nas sedes perceptuais vivenciadas. 

As Pós-Sessões apresentam os debates sobre as percepções captadas, buscando decriptografar os signos captados. 

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CANTOS CORRENTES é a transfiguração imaginária do livro Contas Correntes de uma modesta alfaiataria no centro histórico de uma cidade portuária. Na remodelada escrituração contábil, os lançamentos são classificados em três matrizes (Assentos, Operadores e Extratos) e o Plano de Contas compreende nove canais de transações, representados pelas casas do conhecido jogo da velha.

Em CANTOS CORRENTES são lançados os registros de experiências sensório-cognitivas vivenciadas por seres espectrais, os protonautas, transferidos através dos nove canais para as incontáveis sedes perceptuais da realidade, o inexversus.

As transações registradas em CANTOS CORRENTES são operadas sob a discreta aparência de um centro de artes cruzadas com o cinema, CINE INÊS, modelo ambíguo de exibidor de obras cinematográficas e expositor museológico multimodal.

As operações incluem a ação conjugada de uma alfaiataria, que se apresenta também como confecção artesanal, uma engenharia têxtil personalizada, e que dissimula um laboratório de energiaria táxtil, o Engenho.

As transações são reportadas por um formato artístico de Obra-Mostra, em permanente atualização, que dissimula o observatório e monitoria dos protonautas, o Farol do Engenho.

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